Alice in Wonderland - Alice no País das Maravilhas
Quinta, 04 Março 2010 14:00

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A genialidade de Tim Burton. 

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O filme mais aguardado do ano chega aos cinemas e supera qualquer expectativa. Aliado à nova moda do 3D e à dicotomia realidade/fantasia vai deixar qualquer um colado à cadeira do cinema.

 

O que se espera de Tim Burton? Tudo. Desta vez ele brinda-nos com um cenário magnífico, cheio de cores, ao contrário do que é habitual, e de pormenores que se vão ‘passeando’ pela sala entre os espectadores. Borboleta aqui, coelhinho ali, dragãozinho para lá, cavaleiros para cá, princesas bonitas e boazinhas e rainhas más e invejosas… Tudo a que um conto infantil tem direito.

 

Mas Alice no País das Maravilhas não é uma adaptação do conto de Lewis Carroll, no qual a menina se perde dentro do labirinto. O filme espelha uma inocente e vulnerável adolescente, que tem medo do desconhecido, assim como qualquer um de nós.

 

A longa-metragem mostra-nos uma Alice mais crescida e que vive uma aventura, não tanto contra os obstáculos que se atravessam no seu caminho, mas sim uma viagem ao seu interior. O que faz dela uma heroína? As suas convicções e o seu espírito de mostrar que é capaz e que surpreendem tudo e todos.

 

A abrir temos uma Alice que vive segundo os princípios de uma sociedade implacável. Estamos em Hampstead Heath. Numa festa nobre, num sítio verdejante… mas nada se compara com o que vem depois.

 

Underland é tão ‘wonderland’ que é difícil explicar. A começar pelas cores passando pelo guarda-roupa, caracterização, fotografia… tudo estudado ao pormenor até ao mais ínfimo detalhe. Viajamos até a um mundo de fantasia, que devido aos efeitos especiais se torna tão real como se estivéssemos a viver a aventura.

 

Alice no País das Maravilhas não é só efeitos especiais, os actores impressionam a cada cena do filme. Cada um vestiu a pele do seu personagem e quase irreconhecíveis são excepcionais. O actor fetiche de Tim Burton, Johnny Depp é o louco chapeleiro, que como seria de esperar, arrasa. Depp salta, dança, é expressivo, faz rir e ‘chorar’. Ele consegue deixar transparecer para além do ecrã todas as emoções, que este Chapeleiro apaixonado, seja por Alice ou pela sua Wonderland, vai sentido ao longo da aventura.

 

Por outro lado, temos Helena Bonham Carter, mulher do realizador, como a Rainha Vermelha. São personagens únicas, engraçadas, que quase parecem animadas. Mas não, são actores de carne e osso, que não se perdem na fantasia, e que com o seu cunho pessoal dão ainda mais vida à visão das maravilhas de Tim Burton.

 

A concluir e como todas as histórias infantis têm uma moral, esta não é excepção… Alice não esqueceu o seu sonho de criança e volta a vivê-lo dez anos mais tarde. Por isso não deixem de sonhar e de acreditar em vocês ‘próprios’.

 

O melhor do filme? O Johnny Depp, o Chapeleiro louco, que às vezes parece ser o personagem principal.

 

 

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total : 2
      Terça, 01 Junho 2010 15:13 - Marco Frias
A nota que deram a este filme é um absurdo completo , um filme que em todo o mundo foi considerado um desastre e um dos piores de Tim Burton, em Portugal é considerado uma maravilha , só prova o degredo cultural que corrompe este país.
      Sexta, 19 Março 2010 11:10 - Miguel Dias
5 estrelas!?!? A sério!?!? UM bocado exagerado, não?

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